Um bombom de cereja.. daqueles bem recheados - Cacau Show, Kopenhagen - daqueles que a boca enche de água só de olhar... com aquela embalagem sexy em vermelho brilhante..
Olhar aquela bunda linda e gostosa, tão carnuda e não fazer nada era quase impossível. Sim, eu sou uma mulher diferente e amo a bunda do meu parceiro. Em todas as formas. Seja para beijar, passar a lingua, meter a lingua, os dedos ou um plug. Seja pra segura ela com força quando ele me come com tesão... Adoro chupar o pau dele enquanto acaricio sua bunda, brinco com seu saco e escuto seus gemidos. Meu e todinho meu.
Vez ou outra ele suspira um "que gostoso" meio sem forças e eu dou um sorriso que ele nem percebe. Confesso que toda essa minha ousadia só acontece porque ele é igualmente despudorado e se entrega ao meu toque com toda fome que só os que se reconhecem no outro tem. Ainda me lembro da primeira vez que ele se deitou de bruços na cama, e como uma putinha empinou a bunda na direção do meu corpo. Nossas conversas antes dessa primeira cama já haviam sido bem esclarecedoras e eu sabia o que ele queria. Só não sabia que ele queria tanto. Um beijo, um toque, um carinho e eu ainda estava meio tímida. Primeira cama, poucas horas, nenhuma intimidade real estabelecida e lá estávamos nós, entregues um ao outro. Deliciosa loucura.
A segunda vez foi mais intensa, visto que eu literalmente montei nele. Não do jeito que as mulheres montam seus homens, e sim do jeito que os homens montam as mulheres... só que nossa montaria foi suave, sem penetração, apenas minha buceta molhada roçando e se esfregando na bunda do meu macho, nos movimentos que nós dois gostamos tanto, e ele calado, apenas me dando seus gemidos e sua aprovação enquanto minhas mãos deslizavam por suas costas e minha lingua percorria seu pescoço sempre cheiroso.
Dai para a próxima experiência foi questão de dias. Longos e intermináveis dias que não passavam enquanto combinávamos detalhes picantes por MSN. Um par de algemas. Uma venda. Uma calcinha fio dental. Um plug anal. E eu, Senhora daquele homem todo, e Ele, objeto de desejo dessa mulher inteira. Ter ele na cama, algemado, vendado, usando minha calcinha com o pau duro e latejando e na mais completa ignorância do que estava por vir me excitou muito. Ficava pensando como seria quando ele fizesse isso tudo comigo... porque o trato foi esse. A Senhora vira a escrava e o escravo vira o Senhor. Cada jogo em um dia, o que torna tudo entre nós sempre muito interessante.
Sem poder usar as mãos, ele me chupou por cima da calcinha, sempre com os olhos vendados, usando talvez o meu cheiro e meu calor como guia. Mesmo sem querer, eu fechava os olhos de tesão ao ver aquele homem sempre tão auto confiante em posição tão submissa aos meus desejos e as minhas ordens. Botei ele de quatro, chupei muito aquele cuzinho gostoso, toquei ele de leve e logo em seguida lambuzei o plug e a bunda dele de KY, e aos poucos fui metendo o plug, pequeno e delicado, como deve ser na primeira vez de todos. E ele foi se entregando, e rebolando e pedindo mais... e logo eu nao tinha mais para dar, já estava tudo com ele, e passei a movimentar meu corpo como se eu estivesse mesmo comendo meu macho, enquanto ele gemia e tocava punheta.
Delicioso foi pouco.
De repente, ainda usando a minha calcinha, ele se virou e me colocou de costas na cama. A voz bem conhecida já não era do escravo que se submete a senhora e sim do homem que eu já conheço. Ele segurou meus pulsos com força contra o colchão e olhando dentro dos meus olhos disse: - Agora quem vai te comer sou eu. Posso estar usando sua calcinha, com um plug no cú mas o homem nessa cama ainda sou eu e você vai fazer o que eu quiser.